Entrevista

Afinal: quem somos nós?

Afinal: quem somos nós?

Teresinha Queiroz não sabe o que simboliza o piauiense hoje: “o meu boi morreu mesmo!”. Diz que a sociedade piauiense “acha o curso de Direito uma panacéia” e que não nos libertamos da condição de colonizados: “sempre achamos que o outro é melhor”. Mas se declara otimista e não sente saudades do passado – “só da vida privada, que não existe mais”. E se Andy Warhol previu que todos seriam famosos por 15 minutos, ela prefere pensar que qualquer um de nós pode ser poderoso, de algum modo, por algum tempo.