Revestrés

24/09/2021
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Crônica

Imortal na parede da padaria

A primeira padaria que me ficou na memória foi a Palamone, em Araraquara. Devia ter sete para oito anos, plena Guerra. Ia com meu pai para uma fila, cada pessoa com um cartão que lhe dava direito a tantos pães, conforme a família. Eu não entendia, meu pai dizia, é a guerra, o racionamento, não tem farinha. A segunda padaria foi a Pasetto, em frente ao Jardim Público. Nesta altura, eu estava com dez anos, a Guerra tinha acabado e os Pasetto tinham uma carrocinha mágica, que circulava pelas ruas, levando pão francês, sovado, aviãozinho e um pão doce feito […]

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Revestrés edição 49